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São Francisco: o responsável pela origem do presépio

A origem do presépio, como hoje conhecemos, remonta a um momento especial na história cristã, protagonizado por São Francisco de Assis. Portanto, este santo, conhecido por sua humildade e profundo amor a Cristo, deixou um legado que vai muito além das palavras.

Ele criou uma tradição que transcende séculos e corações, ao dar forma visual e palpável ao Mistério do Natal. Descubra como São Francisco tornou-se o responsável por essa bela expressão de fé.

O Santo da Simplicidade: quem foi São Francisco de Assis?

Antes de meditarmos sobre a origem do presépio, cabe voltar nossos olhos ao seu criador.

São Francisco de Assis, nascido Giovanni di Pietro Bernardone, é uma das figuras mais amadas da Igreja Católica. Filho de um comerciante rico, renunciou a toda riqueza material para seguir uma vida de pobreza, simplicidade e dedicação total ao Evangelho.

E sua profunda conexão com a natureza e os humildes reflete sua crença de que o amor de Deus está presente nas coisas mais simples. Logo, essa mesma perspectiva foi o que o inspirou na origem do presépio: um gesto simples, mas poderoso, para aproximar os fiéis do Mistério da Encarnação.

A origem do presépio: o primeiro Natal em Greccio

A origem do presépio nos leva ao ano de 1223, no momento em que São Francisco, desejando celebrar o nascimento de Cristo de maneira especial, reuniu moradores de Greccio, uma pequena vila na Itália.

Desse modo, ele organizou uma encenação viva do Natal, utilizando animais reais e pessoas para representar a Sagrada Família, os pastores e outros personagens do Evangelho.

Então, diante de um altar improvisado e do presépio criado por ele, Francisco explicou que de modo visível o Mistério do Verbo encarnado para aquelas humildes pessoas.

Assim, em uma noite fria e iluminada por tochas, nasceu a tradição que simboliza a Encarnação do Filho de Deus.

Por que um presépio? A mensagem por trás da tradição

São Francisco não criou o presépio apenas para impressionar ou inovar. Seu objetivo era ensinar uma verdade profunda: o Filho de Deus escolheu nascer em um ambiente simples e humilde.

Portanto, a origem do presépio nos lembra que Cristo veio ao mundo não em um palácio, mas em uma manjedoura, cercado por pastores e animais. Ele se fez humano e pobre para conhecer nossas dores, nossas alegrias, nossas necessidades.

E esta simplicidade ressoa até hoje, como um convite à reflexão sobre o verdadeiro significado do Natal: não a ostentação ou o consumo, mas o amor, a humildade e a entrega.

A origem do presépio: um legado de fé pelo mundo

Após o primeiro presépio em Greccio, a tradição rapidamente se espalhou. Monges franciscanos levaram essa prática para outras regiões, e a origem do presépio se transformou em uma celebração amplamente adotada pela Igreja e pelos fiéis ao redor do mundo.

E com o passar dos séculos, cada cultura incorporou elementos próprios à representação do nascimento de Jesus, mas o espírito iniciado por São Francisco permanece intacto: um símbolo de fé e esperança.

Desde os presépios vivos encenados em comunidades até as versões elaboradas em madeira, cerâmica e até chocolate, a arte inspirada pela origem do presépio reflete a criatividade humana em louvor a Deus.

Logo, em países como Itália, Espanha e Brasil, os presépios ganham formas únicas, incorporando elementos da cultura local. Ainda assim, a essência de cada peça é a mesma: um chamado à contemplação do mistério do Natal.

Portanto, nos tempos modernos, em meio ao consumismo que muitas vezes domina o Natal, a origem do presépio ressurge como um lembrete do verdadeiro sentido desta celebração.

Desse modo, montar um presépio em casa ou participar de uma encenação viva pode ser uma forma poderosa de evangelização, especialmente para crianças e jovens.

São Francisco nos mostra que, ao trazer o mistério do Natal para o cotidiano, podemos transformar corações e renovar a fé.

São Francisco e a origem do presépio: um convite à simplicidade e ao amor

O legado de São Francisco, com a origem do presépio, é muito mais do que uma tradição natalina. É um chamado à simplicidade e ao amor que devem guiar nossas vidas.

Portanto, ao contemplar um presépio, somos convidados a entrar na manjedoura com Maria, José e os pastores, para adorar o Menino Deus que veio ao mundo por amor a nós.

Que este Natal, inspirado pela tradição de São Francisco, seja marcado por gestos simples, mas repletos de significado, como aquele primeiro presépio em Greccio. Assim, perpetuamos o espírito que o santo nos deixou: um coração cheio de fé e gratidão pelo maior presente que já recebemos: o nosso Salvador!

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